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Conselho Diretor da FUVS recebe visita do empresário Silvio Reis

Conselho Diretor da FUVS recebe visita do empresário Silvio Reis

O Conselho Diretor da Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí (FUVS) recebeu a visita do empresário Silvio Reis, que é responsável pela rede de lojas de autopeças e centro automotivo Grupo Celinho.

O empresário Silvio Reis foi recebido pelo presidente José Walter da Mota Matos, o vice-presidente Eliéser Castro e Paiva e o conselheiro Lucas Silveira. Durante o encontro foram discutidas parcerias entre o Grupo Celinho e a FUVS. “Recebemos com imensa alegria e satisfação a visita ilustre de nosso amigo Silvio Reis, que cordialmente vem de encontro aos nossos projetos em prol da comunidade sul mineira através das nossas unidades de negócios. É muito gratificante ter o reconhecimento da população e de empresários que reconhecem nosso esforço para manter de pé essa grande instituição”, disse José Walter.

Silvio Reis parabenizou a gestão da FUVS, que em cinco meses trouxe grandes avanços e conquistas. “É nítido o trabalho e entrosamento deste novo Conselho Diretor da FUVS. São pessoas compromissadas, sérias e acima de tudo com boa vontade de ajudar a manter vivo os serviços de saúde e educação oferecidos para nossa região. Parabenizo o presidente José Walter, o vice Eliéser e o conselheiro Lucas pela garra e determinação nessa tarefa”, diz Sílvio Reis.

Durante a visita do empresário Silvio Reis foi firmada ainda uma parceria entre a Rádio Educativa Univás e o Grupo Celinho, onde a empresa irá apoiar e incentivar a cultura por meio de ações educativas na programação da rádio. “Sílvio é um amigo e parceiro de longas datas. Sempre quando recorro a ele sou bem atendido. É um ser humano ímpar, de coração enorme. Sua visita nos traz alento e força para continuar a caminhada. Agora com o Grupo Celinho na programação da Educativa Univás teremos um incentivo a mais em nossa programação”, disse o conselheiro e gerente de comunicação da FUVS Lucas Silveira. 

O vice-presidente Eliéser Paiva também comemora a parceria e visita do empresário a FUVS. “O nome do Grupo Celinho atrelado a nossa instituição demonstra a credibilidade de nosso Conselho Diretor, que tem trabalhado diariamente na promoção da saúde e educação da região”, finaliza Eliéser Paiva.

Câmbio automático: afinal, ele tem embreagem ou não?

Câmbio automático: afinal, ele tem embreagem ou não?

Você leva o seu carro, que não tem o pedal da embreagem, para a revisão e vem no orçamento: troca do disco de embreagem. Mas, como assim?

O câmbio automático tem embreagem? Não, claro que não. O câmbio automático tem conversor de torque. Quem tem embreagem é o câmbio automatizado, porque ele é um câmbio manual, tem a embreagem, tem que passar as marchas. Só que o motorista não faz nada disso, tem como se fosse um pezinho escondido que aperta a embreagem e uma mãozinha escondida que passa as marchas, tudo controlado por um computador. Mesmo assim é inevitável aquele ‘tranquinho’ na passagem das marchas.

Já o câmbio automático convencional, por ter um conversor de torque, a passagem das marchas é muito mais suave. Mas, desde que surgiu o câmbio automatizado, alguns vendedores de concessionárias dizem para o cliente que o automático e o automatizado é tudo a mesma coisa. E aí na hora de fazer a revisão dos 40 ou 50 mil quilômetros, o dono do carro não entende nada, porque vem no orçamento da oficina a troca do disco de embreagem ou da chapa de pressão.

Exatamente porque o câmbio automatizado é mais barato que o automático, ao invés de aumentar ele reduz o consumo de combustível, é mais leve, mas tem desvantagens. Ele não é tão suave como o automático e, também, tem a troca da embreagem de tempos em tempos, ao contrário do automático convencional, que tem um conversor de torque no lugar da embreagem.

Fonte: autopapo.com.br

Pequenos defeitos podem virar enormes prejuízos

Pequenos defeitos podem virar enormes prejuízos

A manutenção preventiva é sempre mais simples e barata do que o conserto de um problema no carro que pode arruinar seu orçamento.

Problemas que, a princípio, parecem pequenos, podem se transformar em uma enorme dor de cabeça. Isso porque raramente eles recebem a devida atenção. E, em relação a carros, não é diferente. Em especial quando são freios e pneus. Estes itens essenciais para a segurança foram reprovados em pesquisas feitas pelo Instituto Mapfre de Segurança Viária. E, pior: estão ruins ou abaixo do ideal em mais de 70% dos veículos que circulam pelas cidades brasileiras. Além da questão da segurança, essa falta de cuidado pesa também no bolso.

Pastilhas de freios

Rodar com problemas no freio pode trazer consequências bastante ruins que, muitas vezes, teriam sido evitadas com a simples troca das pastilhas. Correia dentada Responsável pela conexão do(s) eixo(s) comando(s) de válvulas com o virabrequim, a correia dentada faz a sincronia entre a abertura e fechamento das válvulas – tanto as de admissão como as de exaustão. Entretanto, quando ela se rompe, a movimentação das válvulas fica desordenada e elas podem vir a se chocar com os pistões. Se isso ocorrer, o carro não anda.

Pneus ruins

Não é novidade para ninguém que rodar com pneus carecas é perigoso. Mesmo assim, eles são muito comuns por aí. Evite de utilizar os pneus remoldados: atualmente há enorme gama de pneus asiáticos novos com preços acessíveis e qualidades das mais diversas.

Óleo

O lubrificante é fundamental para o funcionamento do motor. Mas nem por isso ele é trocado dentro dos prazos recomendados. É difícil achar até mesmo quem verifique o seu nível na freqüência recomendada. E se o óleo estiver velho (mais de um ano no motor) ou muito abaixo do nível máximo da vareta, ele perde suas funções. Ou seja, não irá lubrificar, limpar, proteger e ajudar na refrigeração do propulsor. Em outras palavras, o funcionamento e o tempo de vida útil da máquina ficam comprometidos.

Água

Outro item fundamental para o funcionamento do propulsor, mas que poucas pessoas se lembram de verificar, é a água: sua falta é uma das principais causas de motores fundidos. “Sem água e fluido, a junta do cabeçote queima e, se continuar a rodar, o motor funde.

Fonte: revistaautoesporte.globo.com