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Escolha de pneus pode interferir em segurança e consumo

Escolha de pneus pode interferir em segurança e consumo

Uma questão importante quando o assunto é escolha de pneus, é as dimensões dos mesmos, que pode acarretar comportamentos difíceis de serem previstos em razão do grande número de variáveis envolvidas. Aumentos de diâmetro, por exemplo, podem demandar um maior torque do motor, causar sobrecarga nos freios, além de alterar a dinâmica do veículo. De acordo com o especialista, é fundamental respeitar a medida, os índices de carga e o símbolo de velocidade do pneu, optando sempre por modelos com índices iguais ou superiores aos originais, pois uma escolha inadequada pode aumentar em muito o risco de acidentes.

Em primeiro lugar, é preciso conhecer as propriedades de cada tipo de pneu. Os off-road, por exemplo, possuem sulcos mais largos, bandagem de rodagem maior e uma estrutura mais resistente. Eles são ideais para terrenos alagados, com lama e ou cascalho, pois garantem maior tração.

Os pneus convencionais, por sua vez, são projetados para rodar nas ruas. Seus sulcos são menos profundos para que uma parte maior do equipamento esteja em contato com o solo.

Os mistos são o coringa na escolha de pneus. Indicados para estradas de terra e asfalto, eles conseguem absorver mais o impacto do solo, mas não encaram com tanta tranquilidade pedras e lama. Como o próprio nome diz, eles têm sulcos com profundidade entre os pneus convencionais e os off-road. Por fim, os pneus radiais são aqueles com tecnologia voltada para quem vai rodar em alta velocidade. Com a configuração dos sulcos diferente das demais, eles são projetados para entregar melhor desempenho em curvas e frenagens.

Considerando as especificidades acima, o consumidor deve analisar, para realizar a escolha de pneus que não comprometam a sua segurança, quais são as demandas do seu carro – o que pede o manual – e o tipo de uso do veículo – anda na terra? Ou só será utilizado no asfalto?

Um pneu misto em um veículo urbano, por exemplo, gera maior ruído, prejudicando o conforto do motorista, e reduz a velocidade de resposta de direção, além de aumentar significativamente o consumo de combustível e as distâncias de frenagem. Da mesma forma, o uso de pneus on-road em veículos fora de estrada (off-road) traz a desvantagem óbvia de reduzir o poder de tração e propicia um risco pouco lembrado: um eventual aumento na aderência lateral que poderá até ocasionar uma tendência ao capotamento.

Fonte: autopapo.uol.com.br

O que fazer quando o óleo original do carro muda de marca e especificação?

O que fazer quando o óleo original do carro muda de marca e especificação?

Para o consumidor, a fidelidade à marca na hora da troca total do produto não é fundamental. O que o proprietário tem de seguir obrigatoriamente são as especificações do lubrificante que constam no manual do carro, assim como os prazos para a substituição.

“Considerando que o período de troca seja respeitado e que as especificações do lubrificante, como a viscosidade e o grau API, atendam às recomendações da montadora, não há nenhuma complicação em misturar lubrificantes de diferentes fornecedores”, explica o engenheiro Everton Lopes, mentor de Energia a Combustão da SAE Brasil.

Completar o óleo não é nenhum absurdo. O processo de lubrificação faz o produto circular pelo motor até as partes mais altas, como os anéis superiores do pistão, e sempre sob altas temperaturas.

Então, a queima e perda parcial do lubrificante é perfeitamente normal. Portanto, se o nível estiver abaixo da marca do máximo da vareta e ainda reste uma boa quilometragem para a troca, você pode adicionar lubrificante, sem medo. Só que, nessa situação, misturar as marcas não é recomendado. Isso porque cada fabricante usa matérias-primas e aditivos próprios, apesar das mesmas especificações.

Óleos de motor são formulações complexas de óleos básicos e aditivos, e, mesmo que eles atendam as mesmas especificações API ou ACEA, nem sempre esses componentes são idênticos, o que pode gerar perda de eficiência do lubrificante no longo prazo.

E não esqueça que, ao completar, é imprescindível seguir as mesmas recomendações do produto que já está no motor. Especialmente no que diz respeito à viscosidade, já que algumas montadoras permitem dois ou três níveis.

Fonte: quatrorodas.abril.com.br

Troca de Cabo de Velas

Troca de Cabo de Velas

  • Diferentemente de outras peças, não existe uma recomendação específica sobre a quilometragem necessária para a troca dos cabos de vela. Porém, a vida útil média de um cabo varia entre 40 mil e 50 mil quilômetros, dependendo do veículo e da qualidade da peça utilizada.
  • Indica-se a verificação dos cabos toda vez que for trocar as velas de ignição, que é recomendada a cada 20 mil quilômetros. Nessa checagem o mecânico irá testar a resistência dos cabos com o uso de um multímetro.
  • Quando estão em bom estado os cabos de 40cm, medida mais comum do mercado, apresentam resistência entre 2,4kOhms e 4kOhms – número que varia dependendo do comprimento do cabo.

QUAIS SINTOMAS INDICAM A NECESSIDADE DE TROCAR OS CABOS?

Os indícios de que os cabos estão com algum defeito são similares aos problemas que um carro apresenta quando há defeito nas próprias velas de ignição.
Verifique os cabos nas situações abaixo:

  • Quando houver aumento do consumo de combustível.
  • Quando há perda de potência do motor.
  • Quando o motor falha engatado em marcha lenta.
  • Quando o motorista sente solavancos do motor – principalmente ao acelerar durante ultrapassagens e subidas.
  • Quando há dificuldade em dar a partida no carro.
  • Quando a quilometragem da última troca dos cabos atingir 40 mil quilômetros.

Fonte: suaoficinaonline.com.br

Com quantos anos a criança pode sentar no banco da frente do carro?

Com quantos anos a criança pode sentar no banco da frente do carro?

Uma questão antiga ainda gera dúvida na cabeça de muita gente, ainda mais depois das alterações promovidas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em abrilAfinal, com quantos anos uma criança pode sentar no banco da frente do carro?

Atualmente, os acidentes de trânsito são a principal causa de morte acidental entre crianças de até 14 anos de idade no Brasil. Todos os dias três crianças nesta faixa etária perdem a vida e outras 29 são hospitalizadas em razão desses acidentes. Os dados são do Ministério da Saúde e da ONG Criança Segura.

A criança só pode se sentar no banco da frente a partir dos dez anos de idade, com exceção das picapes sem bancos traseiros. Quem descumprir essa orientação comete uma infração gravíssima com multa de R$ 293,47, sete pontos e remoção do veículo.

A nova lei de trânsito muda uso das cadeirinhas?

A obrigatoriedade do uso das cadeirinhas/dispositivos de retenção foi incluída no CTB. A principal alteração é que agora existe a orientação de qual dispositivo de retenção utilizar para cada idade, peso e altura.

O que diz a lei:

Bebê conforto: indicado para crianças de até um ano de idade e até 13 kg;
Cadeirinha: utilizada para crianças de 1 a 4 anos de idade, que tenham entre 9 e 18 kg;
Assento de elevação: indicado para crianças de 4 a 7 anos e meio de idade que não tenham atingido 1,45 m de altura, com peso entre 15 e 36 kg;
Banco traseiro com cinto de segurança: crianças com mais de sete anos e meio de idade até 10 anos que ainda não tenham atingido 1,45 m de altura.

Quem descumpri qualquer uma dessas também se enquadra na penalidade de infração gravíssima com multa de R$ 293,47, sete pontos e remoção do veículo.

Fonte: autoesporte.globo.com

Dicas para aumentar a vida útil do motor do carro

Dicas para aumentar a vida útil do motor do carro

Uma dúvida muito comum entre os motoristas é sobre qual é a durabilidade média de um motor veicular. Como isso varia de acordo com diversos fatores, como a forma de direção, o uso do carro no dia a dia e a frequência da manutenção, não há uma resposta exata para essa pergunta.

Você sabe quais cuidados diários podem aumentar a vida útil do motor do carro?

1. Mantenha o fluido de arrefecimento e do óleo em níveis adequados

Para ajudar a aumentar a vida útil do motor, uma das principais orientações é conferir o nível do fluido de arrefecimento e do óleo semanalmente.

Eles devem ser mantidos sempre na quantidade certa, tomando o cuidado para não ultrapassar as marcas máxima e mínima. Isso garante que o motor não apresente falhas, superaqueça ou apresente outros problemas. O óleo em excesso, por exemplo, pode sujar as velas da ignição e acabar causando um vazamento.

Verificou o nível do fluido e do óleo e ele está abaixo do desejado? Complete o compartimento com a quantidade correta e fique atento para não colocar uma dose grande demais ou que não seja suficiente!

2. Substitua o filtro de óleo periodicamente

Quando o óleo circula pelo motor, ele carrega diversas partículas e impurezas que podem trazer danos sérios ao veículo. É nessa hora que entra o filtro: o acessório tem o papel de armazenar essas impurezas e fazer com que o fluido volte a circular limpo no motor.

Com o tempo, as partículas armazenadas são tantas que o filtro deixa de cumprir sua função, o que faz com que algumas partículas continuem no motor. Por isso, a recomendação é trocar o filtro de acordo com as recomendações do fabricante.

Caso essa orientação não seja seguida e um óleo novo é colocado no motor, o fluido acaba sendo contaminado ao passar pelo filtro antigo. Isso diminui a vida útil do óleo, aumenta as chances de problemas no motor e pode levar até mesmo ao aumento no consumo de combustível.

3. Troque o óleo periodicamente

Como falamos no item acima, o óleo é o grande responsável por carregar as impurezas do motor e lubrificar todas as suas partes móveis, servindo como um verdadeiro agente de limpeza dos veículos.

Com funções tão importantes, é essencial que o fluido seja trocado periodicamente para aumentar a vida útil do motor e garantir que ele funcione corretamente.

Depois de certo tempo, o óleo perde suas propriedades de viscosidade, ou seja, deixa de ser capaz de diminuir o atrito entre as peças do automóvel. Com isso, o carro vai perdendo potência, gastando mais combustível e aumentam as chances do motor fundir.

A troca de óleo geralmente é feita de seis em seis meses ou a cada 10 mil quilômetros rodados, mas esse período varia de acordo com cada modelo. O ideal é que o motorista consulte o manual do carro para saber qual é a data certa.

Não se esqueça de que existem diversos tipos de óleos disponíveis no mercado e cada veículo tem uma necessidade. Quando um produto errado é usado, ele pode ter o efeito contrário e diminuir a durabilidade do motor.

4. Verifique o nível da água do radiador

Acha que só o óleo e o fluido de arrefecimento precisam ser verificados? Os carros contam também com outro líquido muito importante: a água, localizada no radiador.

Ela ajuda a manter a temperatura certa para o funcionamento do propulsor e, por isso, deve ser verificada periodicamente para evitar que o motor superaqueça.

Lembre-se de colocar a água apenas quando o carro estiver frio, pois água fria em motor quente é capaz de provocar deformações ou quebras do equipamento.

5. Fique atento às luzes do painel

Como o corpo humano, os carros começam a dar alguns sinais quando há algum problema em seus sistemas, e um deles é o aparecimento de luzes no painel de instrumentos.

Diversos defeitos podem ser identificados por essas luzes, como bateria fraca, superaquecimento do motor e danos na injeção eletrônica. Seja qual for a luz, já é uma dica de que há algo errado com o veículo e de que ele precisa passar pela manutenção.

Os próprios motoristas podem identificar o significado das luzes consultando o manual do automóvel, mas nem sempre esses sinais são percebidos. Por isso, assim que o carro for levado à sua oficina, fique atento à possível ocorrência desses pequenos sinais.

Um instrumento que pode ajudar na identificação dos problemas é o scanner automotivo, capaz de encontrar desde problemas na injeção eletrônica até a calibração incorreta do painel. A tecnologia é simples e existem versões que podem ser instaladas até mesmo em seu celular.

6. Faça o alinhamento e balanceamento das rodas

Colocar em dia o alinhamento e o balanceamento das rodas é muito importante para a estabilidade do veículo, mas também é fundamental se você quer aumentar a vida útil do motor.

Quando os pneus estão desalinhados ou precisam ser balanceados, isso acaba aumentando a área de atrito entre o chão e as rodas. Dessa forma, o motor vai precisar trabalhar mais e funcionar com uma maior potência para que o carro entre em movimento.

7. Faça uma limpeza adequada

Se o motor está muito sujo de terra, barro ou poeira, ele não vai conseguir resfriar corretamente e acaba esquentando demais, saindo de sua temperatura ideal de funcionamento.

Além disso, a sujeira é capaz de ressecar mangueiras, rolamentos, dutos e outros componentes que são importantes para o motor. Portanto, não se esqueça de colocar a limpeza adequada em prática.

Além de aumentar a vida útil do motor, seguir todos esses passos é uma tarefa essencial para garantir a confiança dos clientes e atrair cada vez mais pessoas para sua oficina.

Agora, não perca a oportunidade de conferir o nosso post sobre como avaliar a potência de um motor em 3 passos para conhecer outras informações importantes sobre o motor!

SISTEMA DE SUSPENSÃO: TUDO O QUE O MOTORISTA PRECISA SABER

SISTEMA DE SUSPENSÃO: TUDO O QUE O MOTORISTA PRECISA SABER

O sistema de suspensão de um veículo pode parecer algo bem simples à primeira vista. Quando se fala em suspensão automotiva, alguns motoristas trazem à cabeça apenas os amortecedores e molas. Mas, na verdade, a suspensão de carro é mais do que isso: ela é composta por muitos componentes e tem influência sobre o comportamento do veículo em diversos aspectos.

Além disso, existem vários tipos de suspensão, pois eles são pensados e desenvolvidos para cada tipo de carro (levando em conta seu custo final, sua aplicação, dentre outros fatores). É importante que o proprietário do veículo tenha um entendimento básico desse sistema e dos diversos componentes da suspensão, a fim de saber como proceder na manutenção e como detectar problemas. Então, para aprender o que é suspensão, acompanhe este post!

O que é o sistema de suspensão?

O sistema de suspensão é um conjunto de componentes que atua em tempo integral ligando o chassi às rodas e garantindo que elas sempre estejam em contato com o solo, que os impactos sofridos pela roda sejam absorvidos, que os ocupantes do carro tenham conforto ao rodar por diversas estradas e que haja estabilidade nas curvas.

Esse sistema é composto por diversos elementos flexíveis, sendo que os principais e mais conhecidos são os amortecedores, molas, bandejas e barra estabilizadora. Todos eles atuam em conjunto para realizar o mesmo objetivo — que é, basicamente, promover conforto aos passageiros e dar estabilidade e segurança ao veículo.

Tipos de suspensão

O mundo automotivo se encontra em estado de evolução contínua, com a constante fabricação de novos motores e modelos de veículos. Em relação à suspensão, não é diferente. Ela também faz parte desse cenário de mudança e é por isso que existem diversos tipos de suspensão atualmente no mercado.

Cada projeto de veículo necessita de uma suspensão específica, seja por motivos de desempenho ou de custos. A indústria faz isso para garantir a entrega dos melhores modelos em relação à segurança e ao custo-benefício, tornando-se mais competitivas no mercado automobilístico.

Dependendo das especificações do modelo produzido, um mesmo carro pode ter a suspensão traseira diferente da dianteira. Vamos entender um pouco melhor esse cenário conhecendo alguns tipos de suspensão.

Como o sistema de suspensão funciona na prática?

Partindo do conceito de que a suspensão tem por finalidade dar conforto aos ocupantes e garantir a estabilidade do veículo em manobras e frenagens, o funcionamento dela é exigido desde o momento da instalação do sistema no carro.

Ou seja, durante a instalação, o sistema de suspensão já realiza o trabalho de suportar o peso da carroceria do veículo, além de manter uma distância preestabelecida entre o chassi e as rodas. Já em movimento, a suspensão mantém todas as rodas em contato com o solo, com a ajuda das molas e dos amortecedores.

Esses componentes regulam toda a ação da suspensão. Ao passar por um buraco, por exemplo, a mola se estica e se comprime. O amortecedor controla esse movimento, atuando na oscilação da mola. Em conjunto, essas duas peças dissipam a perturbação gerada pelo buraco, com a ajuda também do pneu.

Quando o carro entra em uma curva ou realiza manobras, a mola exerce uma força contra a carroceria, fazendo com que ela não incline muito. Por consequência, o veículo não derrapa nem sai pela tangente devido ao excesso de peso em um só lado. Para auxiliar nas curvas, também há ação da barra estabilizadora, que liga as duas colunas da suspensão e transmite a força igualmente para os dois lados.

Já nas frenagens, o sistema de suspensão atua equilibrando a força por toda a carroceria. Isso evita um efeito gangorra, o que prejudicaria a ação e faria com que o veículo levasse mais tempo para frear em uma situação de emergência.

Fonte: https://blog.nakata.com.br/sistema-de-suspensao-tudo-o-que-o-motorista-precisa-saber/